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Mostrando postagens de junho, 2025

Animal de estimação

  dos animais não se sabe nada. do focinho, dos olhos, do pelo cada fração de grunhidos, de apelo se sabe pouco ou quase nada. agora do coração, e um caso à parte os desencontros, feridas, desilusões e culpa, tudo se desprende de um arco e acerta como flecha a nuca. da alma se perde um pouco mais quando o assunto, a frieza, a incompreensão e o fardo todos eles unindo em uníssono soam como melodia cantada pelo bardo. amanhã o tempo se abre e os sons, as conversas e as cicatrizes somando-se ao bolo de coisas do agora carrega suas malas de mudança para, do olho, as raízes.