dormente
Eu respiro e consigo viver.
À espera de algo que eu possa, então,
Simplesmente entender.
Envolto em pensamentos sorrateiros e unânimes.
Aqueles que me lembram que eu sou,
Exatamente durante todo o instante.
Ciclo venenoso que é suave e de muitas cordas.
Se distância, mas está aqui, sempre,
Escancarando todas as portas.
Inundando o caminho de incertezas secas.
Contornando o instinto, apontando todas
As suas fraquezas.
Fratura exposta, símbolo de humanidade.
Saiba que estou disposto, a viver como um só,
Sabendo dos efeitos e da maldade.
Sozinho me encontro olhando pra dentro.
Estando outrora plantando em muitos cantos,
Colhendo agora muito vento.
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